Carregando...
Voltar para a página inicial
Política

Justiça Eleitoral suspende campanha fraudulenta em nome de Boulos após pedido de deputado federal

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Há 46 min
Ouvir NotíciaRecurso Beta

Locução neural da Yumi IA em português

0:000:00
Justiça Eleitoral suspende campanha fraudulenta em nome de Boulos após pedido de deputado federal
Fatos Rápidos da Notícia
  • A Justiça Eleitoral determinou a retirada de uma campanha falsa no site vakinha.com.br em nome de Guilherme Boulos (PSOL), pré-candidato a prefeito de São Paulo, por decisão liminar do juiz Antonio Maria Patiño Zorz da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, em 26 de junho.
  • A campanha visava arrecadar R$ 50 mil, mas registrou apenas uma doação de R$ 5, e utilizava foto de Boulos com Lula e Fernando Haddad sem autorização.
  • O juiz determinou a retirada da página do ar e exigiu que o site Vakinha forneça dados do usuário (IP, data, hora e portas lógicas), com multa de R$ 10 mil por dia caso não cumpra a ordem.
Resumo Editorial

Justiça Eleitoral suspende campanha fraudulenta que visava angariar R$ 50 mil com uso indevido de imagem e falsificação de perfil, determinando retirada imediata e multa diária por descumprimento da ordem.

A Justiça Eleitoral determinou, por meio de liminar, a imediata retirada de uma campanha eleitoral fraudulenta hospedada no site vakinha. Com. Br, idealizada em nome de Guilherme Boulos (PSOL), pré-candidato a prefeito de São Paulo, com a finalidade declarada de arrecadar recursos eleitorais de forma irregular.

Contexto Institucional e Procedimentos Apurados

A decisão foi proferida pelo juiz da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, Antonio Maria Patiño Zorz, em 26 de junho, após apuração que constatou a utilização não autorizada da imagem de Guilherme Boulos ao lado do presidente Lula e do ministro Fernando Haddad, além da falsificação do perfil para captar doações sob o pretexto de suposta campanha legítima.

As investigações apontaram que o perfil fraudulento visava angariar R$ 50 mil, tendo sido registrado apenas um aporte de R$ 5, evidenciando o caráter simbólico e ilícito da iniciativa, que também violou normas de financiamento de campanha e direitos de imagem dos envolvidos.

Ponto de Destaque

A campanha fraudulenta pretendia captar R$ 50 mil, mas registrou apenas uma doação de R$ 5 antes da intervenção judicial.

Repercussão Legal e Desdobramentos Imediatos

O magistrado determinou ainda que o site Vakinha devolvesse os dados do usuário envolvido – IP, data, hora e portas lógicas – sob pena de multa diária de R$ 10 mil, caso persista na recusa ao cumprimento da ordem liminar.

As autoridades ressaltam que a ação seguirá com a apuração do criador da vaquinha falsa, com possibilidade de responsabilização civil e criminal por fraude eleitoral e uso indevido de imagem.

Atenção / Ponto Crítico
O site Vakinha tem prazo máximo de 24 horas para comprovar a retirada da campanha e fornecer os dados do usuário sob risco de multa acumulativa diária.

Verificação Editorial Giro Mix News

Conteúdo apurado, sintetizado e verificado com a inteligência editorial Yumi IA.

Conhecer Yumi IA →
Feedback anônimo dos leitores

Notícias Relacionadas

RÁDIO WEB

GiroMix Rádio