Na quarta-feira (9/9), o vereador e presidente da Câmara de Sumaré, Hélio Pereira da Silva (Cidadania), foi preso temporariamente pela Força Integrada de Combate ao Crime O rganizado (Ficco), no âmbito da O peração Archimagus, que investiga suspeitos envolvimento em esquema estruturado de tráfico de drogas, com apreensão de armas, munições, joias e R$ 18 mil em espécie na residência do político.
Contexto Institucional e Apuração da O peração
A operação deflagrada pela Ficco, órgão vinculado à Polícia Civil de São Paulo, cumpriu dez mandados de busca e apreensão em Sumaré, Campinas, Vinhedo e Jacutinga (MG), com foco no financiamento, armazenamento e logística do tráfico de entorpecentes em municípios estratégicos do interior paulista; durante a diligência na residência do vereador, foram localizados dois revólveres, 105 cartuchos, bens de ouro avaliados e documentos que comprovam movimentações incompatíveis com sua declared income.
O rápido desdobramento da investigação ocorreu após o tribunal regional eleitoral determinar a atualização do patrimônio declaratório do candidato à deputado federal, cujo valor saltou de R$ 201.899 em 2024 para R$ 1,13 milhão em 2026 — incremento de 5,6 vezes em dois anos — levantando questionamento sobre a origem lícita dos recursos.
O patrimônio declarado pelo vereador à Justiça Eleitoral ascendeu a R$ 1,13 milhão em 2026, representando cinco vezes e meia maior que os R$ 201.899 declarados em 2024.



