Na madrugada de domingo, 30 de setembro, o corpo de Alessandro Mesquita Pereira, conhecido como "Petróleo", foi encontrado sem vida na Praça da Bíblia em Capanema, no nordeste do Estado do Pará, após ser alvejado por tiros enquanto dormia no local; o fato, que mobiliza as forças de segurança locais e regionais, revela um homicídio ainda sem autoria definida, sob forte investigação policial.
Contexto Institucional e Apuradação do Caso
A Polícia Civil de Capanema assumiu imediatamente a responsabilidade de coordenar os procedimentos periciais e investigativos no local do crime, realizando acarreto do corpo ao Instituto Médico Legal para constatação da causa mortis e coleta de eventuais vestígios balísticos, enquanto equipes de perícia técnica e criminalística trabalham no cruzamento de depoimentos colhidos entre moradores da região e possíveis testemunhas oculares que relatam sons de disparos por volta das 3h45. As primeiras apurações indicam que a vítima encontrava-se em repouso na praça quando foi surpreendida por indivíduos desconhecidos, que efetuaram múltiplos tiros e evadiram o local em seguida, sem deixar rastros fáceis de rastreamento.
Segundo relatos iniciais colhidos pela imprensa local e confirmados por autoridades competentes, Alessandro Mesquita Pereira possuía histórico de envolvimento com furtos de aparelhos de ar-condicionado e estabelecimentos comerciais na região metropolitana do sudeste paraense, o que pode ter configurado um possível móvel para o homicídio, embora tal hipótese ainda aguarde confirmação por meio das investigações policiais em curso.
O criminoso desconhecido matou Alessandro Mesquita Pereira a tiros na madrugada de domingo (30), enquanto ele dormia na Praça da Bíblia em Capanema.
Repercussão e Desdobramentos da Investigação
A Secretaria de Segurança Pública do Estado já determinou o reforço das operações ostensivas nas áreas urbanas de Capanema e municípios vizinhos, com a atribuição de efetivos adicionais à Delegacia Territorial local para acelerar o esclarecimento do homicídio, bem como a criação de um canal permanente de comunicação com a população visando recolher denúncias que possam auxiliar na identificação dos autores.
As autoridades reforçam que o caso segue sob sigilo investigativo até que haja progresso significativo nas apurações, garantindo que nenhum detalhe prematuro seja divulgado à imprensa ou a terceiros, em conformidade com os protocolos legais e as diretrizes éticas da Polícia Civil.



