Na noite de segunda‑feira (28), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu, na Praça da República em Belém, os cinco principais candidatos ao governo e ao Senado paraense, totalizando três pretendentes ao Legislativo e dois à chefia executiva, numa demonstração de apoio institucional que antecedeu o primeiro turno das eleições marcadas para domingo (4).
Contexto Institucional e Histórico da Medida
A apuração confirmou a presença de Helder Barbalho (MDB), Chicão (União Brasil) e Celso Sabino (PDT) – os três aliados de Lula que disputam as duas vagas do Senado – ao lado dos candidatos ao governo Hana Ghassan (MDB) e Dirceu Ten Caten (PT), além do senador Jader Barbalho (MDB) e do prefeito de Belém, Igor Normando (MDB).
O evento, ocorrido poucos dias antes do primeiro turno, contou com a presença de milhares de apoiadores que ocuparam a praça até a madrugada, sob a coordenação da direção partidária paraense, que aguarda a definição definitiva dos nomes que disputarão as duas vagas legislativas até quarta‑feira (30).
Dois vagas no Senado e três candidatos em disputa definem o cenário político da última semana de campanha.
Repercussão Jurídica e Posicionamentos
As declarações de Lula reforçaram seu apoio pessoal a Celso Sabino, enquanto reconheceu o direito de Chicão à candidatura, exigindo que as direções partidárias concluam até quarta‑feira uma avaliação técnica sobre a viabilidade eleitoral de cada um dos três postulantes.
A expectativa gira em torno da decisão das bancadas do PT e do MDB, que deverão analisar critérios como desempenho nas pesquisas, capacidade de arrecadação e alinhamento programático para definir os dois nomes que representarão o partido na disputa pelo Senado.
A decisão deverá incidir diretamente no calendário de convenções estaduais e na estratégia de campanha dos partidos nos dias finais antes do voto.
O s partidos têm até quarta‑feira (30) para concluir a avaliação e oficializar os candidatos, sob pena de cerceamento de registro ou perda de tempo eleitoral.



