Durante o Comex Tech Forum 2026, realizado em São Paulo em 2 de maio de 2026, executivos de setores estratégicos apresentaram avanços na implementação de agentes autônomos de inteligência artificial, que vêm otimizando processos operacionais, reduzindo prazos e reconfigurando a força de trabalho em entidades como Banco do Brasil, iFood e MANN+HUMMEL. O s casos revelam uma tendência crescente de automação assistida por IA com supervisão humana, marcando um novo patamar na eficiência produtiva e no reordenamento das atividades profissionais.
Contexto Institucional e O peracional da Integração de Agentes de IA
A implementação de agentes autônomos de inteligência artificial tem sido articulada como mecanismo decisivo para a modernização de processos em instituições financeiras, logísticas e de consumo, com foco em reduzir tempos operacionais e liberar profissionais para atividades de maior valor estratégico. No Banco do Brasil, o diretor de Negócios Internacionais, Juliano Mercatto, informou que um agente de IA reduziu o tempo médio de processamento de negociações de câmbio de 40 minutos para quatro minutos, mantendo a responsabilidade final das decisões nas mãos de especialistas humanos. Na plataforma iFood, a executiva Camila Pinto, HR and Partner da empresa, destacou a criação de 12 mil agentes em seis meses, voltados à automação de tarefas operacionais e à realocação de equipes para projetos estratégicos, evidenciando a escala da transformação digital.
Segundo Mercatto, os agentes consolidam documentos e informações para embasar análises, agilizando processos que antes exigiam esforço manual intenso. Já Pinto ressaltou que a iniciativa permite que colaboradores identifiquem rotinas passíveis de automação, desburocratizando atividades repetitivas e direcionando o capital humano para funções criativas e analíticas. Essas iniciativas convergem para uma mesma lógica: a IA como ampliador da capacidade operacional, não como substituto da supervisão profissional.
Agentes autônomos reduziram o tempo médio de processamento de negociações cambiais do Banco do Brasil de 40 minutos para apenas quatro minutos.



