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Política

Justiça Eleitoral retira campanha fraudulenta em nome de Boulos da internet

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Há 52 min
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Justiça Eleitoral retira campanha fraudulenta em nome de Boulos da internet
Fatos Rápidos da Notícia
  • A Justiça Eleitoral de São Paulo determinou a retirada de uma campanha falsa do site vakinha.com.br em nome de Guilherme Boulos (PSOL), pré-candidato a prefeito de São Paulo, por suposto crime de arrecadação irregular de recursos eleitorais
  • A campanha visava arrecadar R$ 50 mil, com apenas uma doação registrada no valor de R$ 5, e utilizava foto de Boulos ao lado de Lula e Fernando Haddad
  • O juiz Antonio Maria Patiño Zorz determinou a intimação do site para fornecer dados do usuário (IP, data, hora e portas lógicas) e aplicar multa diária de R$ 10 mil caso persista a vaquinha
Resumo Editorial

A Justiça Eleitoral de São Paulo ordenou a imediata retirada da campanha fraudulenta que visava arrecadar R$ 50 mil com doação de R$ 5, utilizando-se da imagem de Boulos com Lula e Haddad.

A Justiça Eleitoral de São Paulo determinou, por meio de liminar, a retirada imediata de uma campanha de arrecadação fraudulenta do site vakinha. Com. Br, criada em nome do pré-candidato a prefeito Guilherme Boulos (PSOL), que visava captar recursos eleitorais de forma irregular, segundo decisão do juiz Antonio Maria Patiño Zorz da 1ª Zona Eleitoral, publicada oficialmente no dia 26 de junho e divulgada ao público nesta segunda-feira (1º de julho).

Apuração da Irregularidade e Fundamentação Jurídica

A investigação apurou que o perfil fraudulento no vakinha. Com. Br, sob o nome de Guilherme Boulos, pretendia arrecadar R$ 50 mil com apenas uma doação registrada no valor de R$ 5, utilizando-se da imagem de Boulos ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro Fernando Haddad para gerar falsa credibilidade política e manipular doadores.

O deputado federal Guilherme Boulos, por meio de seu partido, formalizou a denúncia contra o site, que ainda não identificou o responsável pela criação da campanha, enquanto o juiz acionou o site para fornecer dados técnicos dos usuários — IP, data, hora e portas lógicas — com prazo para comprovação do cumprimento da liminar, sob pena de multa diária de R$ 10 mil caso persista a atividade ilícita.

Ponto de Destaque

A campanha fraudulenta visava arrecadar R$ 50 mil com apenas uma doação de R$ 5, utilizando-se da imagem de Boulos com Lula e Haddad para ludibriar contribuintes.

Repercussão Institucional e Desdobramentos Legais

A Justiça Eleitoral destacou que a conduta configura crime de arrecadação irregular de recursos eleitorais, previsto no Código Eleitoral, configurando violação à transparência e à legalidade das campanhas políticas, com possível uso abusivo de identidade pública para fins financeiros.

O site vakinha. Com. Br informou que as doações realizadas em campanhas falsas ficam em 'quarentena' por 14 dias, permitindo estorno das contribuições antes do saque, mas não esclareceu como o golpe foi descoberto nem como serão responsabilizados os envolvidos na criação da fraude.

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Atenção / Ponto Crítico
O site vakinha. com. br será multado em R$ 10 mil por dia caso persista na divulgação ou recusa em retirar a campanha falsa e fornecer dados dos usuários conforme determinação judicial.

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