O Tesouro Nacional divulgou, em revisão do Plano Anual de Financiamento da Dívida referente a julho, a possibilidade de intensificar a emissão de títulos públicos atrelados à taxa Selic, em um contexto em que o Executivo busca conter o avanço das despesas públicas e reforçar o cumprimento do arcabouço fiscal, com o colchão de liquidez do governo superando 1,5 trilhão de reais, segundo avaliação do economista-chefe da Warren Brasil e ex-secretário da Fazenda e Planejamento de São Paulo, Felipe Salto.
Contexto Institucional e Diagnóstico Fiscal da Revisão
O Tesouro dispõe de um colchão de liquidez superior a 1,5 trilhão de reais para enfrentar turbulências fiscais sem ameaçar sua solvência.



