Na madrugada de sábado, 3 de outubro, o renomado maestro Roberto Tibiriçá, de 72 anos, faleceu em São Paulo em decorrência de complicações decorrentes de um câncer já em tratamento, conforme confirmado oficialmente pela Fundação Cultural de Curitiba. O artista, que dedicou mais de quatro décadas à música no cenário brasileiro e internacional, deixou um legado marcado por sua atuação como diretor musical da O rquestra Sinfônica do Paraná e regente da O rquestra Sinfônica Brasileira, além de sua contribuição à formação de novos talentos na academia musical nacional.
Contexto Institucional e Histórico da Trayetória Musical
A Fundação Cultural de Curitiba confirmou o falecimento do maestro Roberto Tibiriçá às 72 anos, ocorrido na capital paulista, onde ele encontrava-se internado para tratamento oncológico. O anúncio foi feito por meio de comunicado oficial que destacou a longa trajetória do maestro como figura central na vida musical do Paraná e do Brasil, tendo ocupado cargos de destaque como diretor musical da O rquestra Sinfônica do Paraná (O SP) e regente titular da O rquestra Sinfônica Brasileira (O SB), além de sua atuação como membro da Academia Brasileira de Música. A notícia gerou comoção imediata entre os círculos artísticos, com mensagens de pesar vindas de instituições culturais e autoridades públicas que reconheciam sua relevância na formação e valorização da música sinfônica no país.
Tribiriçá dedicou mais de 40 anos à música, tendo atuado como diretor artístico e regente titular da O rquestra Sinfônica Brasileira (O SB), O rquestra Petrobras Sinfônica, O rquestra Sinfônica de Minas Gerais e Sinfônica Heliópolis, além de sua participação no Instituto Baccarelli e na O rquestra Simón Bolívar, da Venezuela. Sua presença marcante em palcos internacionais e sua influência na formação de novos maestros consolidaram seu papel como um dos pilares da música orquestral brasileira contemporânea.
O maestro Roberto Tibiriçá dedicou mais de quatro décadas à música sinfônica no Brasil e no exterior.
Repercussão Jurídica e Posicionamentos Institucionais
Em nota oficial emitida pela Fundação Cultural de Curitiba, a instituição destacou o legado do maestro como "pilar fundamental na consolidação da música orquestral brasileira", ressaltando seu compromisso com a formação artística e a difusão do patrimônio cultural nacional. A Secretaria da Cultura do Estado do Paraná também manifestou pesar, descrevendo a perda como "irreparável para o cenário artístico paulista" e lembrando que o maestro foi agraciado com o Prêmio Carlos Gomes de Melhor Regente Sinfônico em 2018.
O velório do maestro será realizado nos dias 3 e 4 de outubro no Theatro Municipal de São Paulo, com sepultamento previsto para as 13h do dia 3 no Cemitério São Paulo em Pinheiros. O software house; em comunicado ao jornal O Estado de S. Paulo, familiares confirmaram que o corpo será cremado após o rito religioso no Theatro Municipal. A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) concedeu a ele o título honorífico de Doutor por Notório Saber em 2024 em reconhecimento à sua contribuição à cultura nacional.



