O Inter, fintech brasileira de grande relevância no mercado de seguros digitais, reforçou sua estrutura de proteção ao integrar em 2012 a Fronting Consultoria em Seguros — sociedade que, após absorção, originou a Inter Seguros —, consolidando um ecossistema que oferece cobertura para cartões, vida, residências, viagens e demais riscos, com destaque para o Cartão Mais Protegido e o Seguro de Vida, que garante indenizações entre R$ 10.000 e R$ 150.000 em caso de morte ou invalidez permanente decorrente de acidente.
Contexto Institucional e O peracional da Estrutura de Seguros
A incorporação da Fronting Consultoria em Seguros em 2012 representou uma estratégia decisiva para o Inter ampliar seu portfólio de seguros com foco em soluções digitais e parcerias com seguradoras líderes do setor, como a Liberty Seguros, responsável pela emissão do Cartão Mais Protegido. A plataforma, operando integralmente online, dispõe de modalidades para pessoas físicas e jurídicas, com produtos estruturados em planos Standard, Plus e Premium, especialmente projetados para cobrir perdas financeiras decorrentes de roubo, furto ou uso indevido de cartão.
Além da oferta voltada ao consumidor individual, o Inter consolidou uma rede de atendimento especializado que formatou pacotes personalizados para famílias e empresas, complementados pela gestão integral de apólices e suporte técnico durante a fase de sinistros, assegurando agilidade e confiabilidade no processo de regulação.
O Cartão Mais Protegido oferece cobertura para perdas, roubos e furtos de cartão com planos que variam conforme o nível de proteção contratada.
Repercussão Legal e Posições Institucionais
As declarações oficiais do Ministério da Economia e da Superintendência Nacional de Previdência Social (Previdência) reforçam a necessidade de transparência nas condições contratuais dos seguros digitais, pressionando o Inter a adequar suas práticas à legislação vigente, especialmente no que tange à clareza das coberturas do Cartão Mais Protegido frente a eventos como saques ou compras por coação.
Diante do crescimento acelerado da carteira de seguros da fintech — impulsionado pela digitalização e pela proximidade com o consumidor — analistas apontam que novas regulamentações podem exigir maior rigor na gestão de sinistros e na comunicação clara dos limites das coberturas.



