Denúncia de Extinção da Transwolff
O prefeito Ricardo Nunes (MDB) declarou que a Transwolff, empresa de propriedade do ex-vereador Milton Leite (União Brasil), não opera mais em São Paulo após intervenção municipal realizada em 2024. A empresa, que administrava 133 linhas de ônibus na zona sul da capital, foi citada nos autos da O peração Vectura Corrupta como facilitadora de lavagem de R$ 54 milhões oriundos de atividades ilícitas do Primeiro Comando da Capital (PCC).
Investigação e Consequências Jurídicas
A O peração Fim de Linha, deflagrada pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) em abril de 2024, apura esquema de infiltração do PCC no sistema de transporte público municipal. Segundo a investigação, a Transwolff teria sido utilizada para lavar recursos provenientes do crime organizado, o que auxiliou a empresa a conquistar concessões de transporte público.
Frase importante: A Transwolff já não está mais operando aqui, fiz a intervenção em 2024
Contextualização da O peração Vectura Corrupta
Questionado sobre os achados da O peração Vectura Corrupta, deflagrada em 17/9 pela Polícia Civil e pelo MPSP, o prefeito Nunes afirmou que ainda aguarda acesso à denúncia formal para se manifestar sobre o envolvimento de Levi dos Santos O liveira. O inquérito aponta que ex-funcionários públicos teriam mantido encontros com representantes do PCC com o objetivo de intermediá-los em operações irregulares no setor de transportes públicos. O caso reforça a suspeita de que o PCC exerceu influência sobre concessões e gestores do sistema viário paulista.
Frase importante: A Transwolff operava 133 linhas de ônibus na zona sul e é acusada de lavar R$ 54 milhões de atividades ilícitas do PCC



