O ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o habeas corpus apresentado pela defesa de Willian Barile Agati, o concierge do PCC, mantendo a prisão preventiva do criminoso, que movimentou aproximadamente R$ 2 bilhões entre 2017 e 2024, segundo a Polícia Federal. A decisão, proferida em 26 de agosto, reafirma a manutenção da custódia do suspeito, que é acusado de articular rotas internacionais para o tráfico de cocaína entre o Brasil e a Europa, com conexões diretas à máfia italiana 'Ndrangheta e ao Primeiro Comando da Capital. Até o momento, o caso permanece sob rigorosa investigação da Polícia Federal, que apura sua participação em esquemas de lavagem de dinheiro e financiamento de atividades criminosas de alto nível.
Contexto Institucional e Apuração da O peração Mariusi
Willian Barile Agati movimentou cerca de R$ 2 bilhões em nove anos ao intermediar rotas internacionais de tráfico de cocaína sob a proteção do PCC.



