Embora entidades como a Academia Americana de Nutrição e Dietética considerem que uma dieta vegana bem planejada possa atender às necessidades da gestação, outras instituições, como a Sociedade Alemã de Nutrição, são mais cautelosas devido à falta de estudos. O consenso entre elas é que, sem planejamento e suplementação, o risco de deficiências nutricionais aumenta nesse período.
Durante a menopausa, a queda do estrogênio acelera a perda óssea e muscular, tornando o cuidado ainda mais essencial para mulheres veganas. Um estudo britânico apontou maior risco de fraturas em veganos, provavelmente pela menor ingestão de cálcio e proteína, embora a dieta seja rica em fibras e a soja possa ajudar na redução discreta dos calorões.



