Executivos da Suzano afirmaram que a empresa deve registrar resultados melhores no quarto trimestre em relação ao terceiro, impulsionada por preços favoráveis da celulose, sazonalidade e câmbio. O vice-presidente financeiro, Marcos Assumpção, destacou a expectativa de geração de caixa muito forte e um cenário construtivo para os preços da celulose.
A companhia manterá a política de limitar a produção de celulose de mercado a cerca de 3,5% abaixo da capacidade nominal de 13,5 milhões de toneladas por ano, focando no retorno de cada tonelada marginal produzida. O presidente-executivo João Alberto de Abreu anunciou que a desalavancagem deve iniciar de forma estruturada após a formação da joint-venture Arbex e a compra dos ativos de papel tissue da Kimberly-Clark.



