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Policial militar é proibido de portar armas após agredir mulher que comemorava vitória de Lula no ES

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 15:42
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Policial militar é proibido de portar armas após agredir mulher que comemorava vitória de Lula no ES
Fatos Rápidos da Notícia
  • Cabo da PM Bernardo Menezes Coutinho agrediu uma administradora de empresas em Vila Velha (ES).
  • Vítima teve o nariz quebrado durante comemorações pela reeleição de Lula no segundo turno.
  • TJES proibiu o policial de portar armas e determinou distância mínima de 200 metros da vítima.
Resumo Editorial

O Tribunal de Justiça do Espírito Santo proibiu um cabo da Polícia Militar de portar armas e estabeleceu distância mínima de 200 metros da vítima, depois de agressões registradas em vídeo durante comemorações políticas em Vila Velha.

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o cabo da Polícia Militar Bernardo Menezes Coutinho agredindo uma administradora de empresas, de 43 anos, após uma discussão sobre política em Vila Velha, na Grande Vitória. A vítima levou um soco no rosto e teve o nariz quebrado. O caso ocorreu na noite do segundo turno das eleições, quando a mulher celebrava a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em um bar na Rua José Pinto Vieira, no bairro Itapoã. Segundo testemunhas, as comemorações teriam irritado o policial, que partiu para a agressão.

Nas imagens, Bernardo aparece na rua, sem camisa e descalço, acompanhado de um homem que tenta contê-lo. Ele desfere socos no rosto da mulher, enquanto pessoas ao redor tentam separar os dois. Ao fundo, é possível ouvir gritos pedindo que ele pare. Mesmo depois de ser ajudada a se levantar e tentar se afastar, ela é novamente agarrada pelos cabelos e leva outro soco do policial.

Após as agressões, a vítima procurou um advogado, que pediu à Justiça medidas protetivas de urgência e a suspensão do porte de arma do policial. Nesta quinta-feira (5/11), o Tribunal de Justiça do estado determinou que Bernardo fique proibido de portar armas e mantenha uma distância mínima de 200 metros da vítima. A reportagem tenta localizar a defesa de Bernardo e o espaço segue aberto para manifestações.

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