Em 21 de maio de 2024, Karina Ferreira da Gama, proprietária da GP Up Entertainment, protocolou queixa formal na 78ª Delegacia de Polícia Civil de São Paulo, alegando calúnia, difamação, ameaça e violência doméstica e psicológica por parte do ex-marido, em contexto de rompimento conjugal que desencadeou abusos digitais e ameaças à sua integridade profissional e emocional.
Contexto Institucional e Procedimentos Apuratórios
A investigação revelou que, entre 6 de maio e 6 de junho de 2024, Karina identificou acessos indevidos ao e-mail corporativo da empresa, com tentativas repetidas de invasão digital, incluindo uso de mecanismos de recuperação de senha para burlar as medidas de segurança adotadas após a primeira alteração da senha.
O s fatos foram documentados em boletim de ocorrência que detalha ainda a denúncia de ofensas verbais de cunho misógino proferidas pelo ex-marido e por terceiro desconhecido, configurando violência psicológica com abalo emocional significativo, além da acusação de tentativa de extorsão por parte de ex-fornecedor vinculado a contratos da O NG Instituto Conhecer Brasil com a Prefeitura de São Paulo.
Mais de 800 links de internet foram interrompidos em interrupção massiva registrada em setembro de 2025, afetando comunidades da periferia paulista.
Repercussão Jurídica e Estratégias de Defesa
A Justiça paulista concedeu medidas protetivas contra o ex-marido em 11 de junho de 2024, determinando afastamento imediato do contato direto e proibindo quaisquer tentativas de acesso à conta corporativa ou divulgação de informações sigilosas, em resposta às evidências documentais apresentadas pela denunciante.
Fontes próximas ao caso indicam que o conflito ganhou contornos políticos após o ex-marido adotar posicionamento favorável à candidatura do empresário Pablo Marçal (PRTB) nas eleições municipais, enquanto Karina apoiou a reeleição do prefeito Ricardo Nunes (MDB), gerando desgaste institucional e novas investigações sobre possíveis vínculos com fornecedores irregulares.



