Na noite de sábado, 3 de dezembro, o tio do ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos (PSOL-SP), Carlos Boulos, foi gravemente ferido após ser atropelado por um veículo que avançou em sua direção durante uma briga de trânsito na avenida 23 de Maio, região central de São Paulo, no âmbito do 78º Distrito Policial (Jardins), onde o caso foi formalizado como tentativa de homicídio e o motorista fugiu do local.
Contexto Institucional e Histórico da Investigação
A apuração conduzida pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) confirmou que Carlos Boulos, ao descer de uma caminhonete para discutir o ocorrido com o condutor do outro veículo após uma colisão menor, foi surpreendido quando o automóvel adverso avançou em sua direção, atingindo-o violentamente e provocando sua queda no asfalto, conforme registrado em imagens capturadas por ocupantes de um veículo que passava pelo local.
O episódio se insere em um contexto de crescente tensão no trânsito paulistano e segue um padrão de conflitos viários que, embora comum, ganhou gravidade ao envolver parentesco direto de alto escalão político, com a SSP informando que as placas do veículo foram identificadas por meio das filmagens e que diligências estão em andamento para localizar o motorista fugitivo.
Carlos Boulos, tio do ministro Guilherme Boulos, foi atropelado na avenida 23 de Maio e permanece em estado crítico após o incidente.
Repercussão O ficiais e Desdobramentos Jurídicos
A assessoria de imprensa do ministro Guilherme Boulos optou por manter silêncio formal sobre os detalhes do caso, evitando manifestações públicas que poderiam comprometer a investigação em curso ou expor posições políticas sensíveis em ambiente de alta tensão institucional.
As autoridades competentes continuam com as buscas para identificar e apprehender o motorista fugitivo, enquanto o Ministério Público analisa a tipificação do delito e eventuais medidas cautelares, com o caso previsto para audiencia de custódia nas próximas 48 horas.



