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PF destrói 72 equipamentos usados no garimpo ilegal no Rio Madeira

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 19:51
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PF destrói 72 equipamentos usados no garimpo ilegal no Rio Madeira
Fatos Rápidos da Notícia
  • A Polícia Federal (PF), com apoio do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), inutilizou 72 embarcações e equipamentos usados no garimpo ilegal de ouro no Rio Madeira, em Rondônia.
  • A ação foi realizada nesta terça-feira (27), durante a Operação Nêmesis, entre os distritos de Calama e São Carlos. Também foram inutilizados 16 mil litros de óleo diesel utilizados para abastecer as estruturas.
Resumo Editorial

A Polícia Federal (PF), com apoio do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), inutilizou 72 embarcações e equipamentos usados no garimpo ilegal de ouro no Rio Madeira, em Rondônia.

A Polícia Federal (PF), com apoio do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), inutilizou 72 embarcações e equipamentos usados no garimpo ilegal de ouro no Rio Madeira, em Rondônia.

A ação foi realizada nesta terça-feira (27), durante a Operação Nêmesis, entre os distritos de Calama e São Carlos. Também foram inutilizados 16 mil litros de óleo diesel utilizados para abastecer as estruturas.

Entre os materiais inutilizados estão 17 dragas, dois rebocadores, três voadeiras, 21 motores, 25 bombas de draga e quatro bombas de água. Os equipamentos eram utilizados para retirar e processar ouro extraído ilegalmente do leito do rio.

O Rio Madeira é uma importante via fluvial da região Norte. A extração ilegal de ouro pode provocar danos ambientais, especialmente pela contaminação da água e dos organismos aquáticos por mercúrio, substância tóxica utilizada em atividades de garimpo.

Durante a operação, os agentes também apreenderam três frascos de mercúrio e oito aparelhos celulares. O material será analisado e poderá ajudar a identificar os proprietários das embarcações e as pessoas que financiam a atividade ilegal.

A Polícia Federal segue investigando o caso para identificar os responsáveis pela estrutura do garimpo ilegal e os possíveis financiadores da atividade criminosa.

Os envolvidos poderão responder por crimes como usurpação de bens da União, extração de recursos minerais sem autorização e uso de substância tóxica.

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