Em pronunciamento durante o programa "Special Report" da Fox News, o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, confirmou que os EUA e a China concordaram em prorrogar o acordo de Busan até 10 de janeiro, após encontro com o vice-primeiro-ministro chinês He Lifeng, em preparação para a visita de Estado do presidente Xi Jinping.
Contexto Institucional e Histórico do Acordo de Busan
A extensão do tratado, firmado inicialmente em 2018 como parte das relações econômicas bilaterais, visa manter a estabilidade na cooperação comercial e financeira entre as duas potências, mesmo diante de tensões geopolíticas recentes.
A decisão foi tomada após reunião técnica em Pequim entre Bessent e He Lifeng, onde ambas as partes concordaram em evitar interrupções no fluxo de investimentos e exportações previstas no texto original.
O acordo de Busan será vigente até 10 de janeiro, mantendo as condições comerciais estabelecidas em 2018.
Repercussão Jurídica e Estratégica do Acordo
A prorrogação foi celebrada como medida preventiva por analistas, que destacam a importância do tratado para a segurança de rotas marítimas no Pacífico e para a continuidade de investimentos chineses nos EUA.
Especialistas apontam que a extensão reforça a estratégia de engajamento estratégico dos EUA com a China, mesmo com restrições políticas mais amplas.
A prorrogação vigora até 10 de janeiro, sob risco de rescisão unilateral por qualquer das partes sem aviso prévio.



