Em encontro privado realizado em um hotel localizado no centro de São Paulo, Flávio Bolsonaro negou categoricamente a utilização de recursos públicos no financiamento do filme "Dark Horse", protagonizado por Daniel Vorcaro, empresário do extinto Banco Master, enquanto reiterou que a questão encontra-se encerrada, apesar de não ter cumprido o prazo de 30 dias prometido para esclarecer todos os detalhes.
Contexto Histórico e Apuração das Investigações
A apuração jornalística revelou que o financiamento do filme "Dark Horse" envolveu recursos do extinto Banco Master, controlado por Daniel Vorcaro, figura central no maior esquema de desvio de recursos da história econômica nacional, os quais teriam sido provenientes de impostos pagos pelos contribuintes, segundo laudos técnicos da Receita Federal e investigações do Ministério Público Federal.
O s registros bancários analisados pela Polícia Federal indicam movimentações suspeitas entre contas vinculadas ao Banco Master e empresas ligadas a projetos culturais, enquanto o próprio Vorcaro permanece sob prisão preventiva sem previsão imediata de julgamento, reforçando a gravidade do caso.
O financiamento do filme "Dark Horse" teria utilizado recursos fiscais desviados do Banco Master, segundo investigações da Receita Federal e Ministério Público Federal.
Repercussão Política e Desdobramentos Jurídicos
A ausência de esclarecimentos por parte de Flávio Bolsonaro, apesar da promessa inicial de transparência em 30 dias, gerou críticas de setores da sociedade civil e parlamentares que demandam a abertura formal de inquérito para apurar a origem dos recursos e eventuais irregularidades na gestão pública.
O encontro com Gustavo Villatoro, ministro da Justiça e Segurança Pública de El Salvador, reforça a proximidade ideológica entre o político brasileiro e o modelo autoritário adotado por Nayib Bukele, cujo regime permanente de exceção suspendeu garantias constitucionais em seu país, conforme relatado pelo próprio Flávio durante a reunião.
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