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MPT processa Meta por assédio eleitoral nas redes após eleições de 2026

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 12:51
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MPT processa Meta por assédio eleitoral nas redes após eleições de 2026
Fatos Rápidos da Notícia
  • MPT entrou com ação civil pública contra a Meta no dia 29 de outubro.
  • São cobradas R$ 50 milhões de indenização por danos morais coletivos.
  • Foram registradas aproximadamente 1.459 denúncias de assédio eleitoral após as eleições de 2026.
Resumo Editorial

O Ministério Público do Trabalho move ação contra a Meta exigindo a remoção rápida de conteúdos que incentivam a demissão de funcionários por posição política, além de indenização por danos morais coletivos.

O Ministério Público do Trabalho (MPT) protocolou, nesta quinta-feira (29), uma ação civil pública contra a Meta, empresa responsável pelo Instagram, Facebook e WhatsApp, após o segundo turno das Eleições de 2026. O órgão solicita medidas urgentes para coibir episódios de assédio eleitoral registrados nas plataformas da big tech.

No documento, o MPT requer a exclusão, em até 24 horas, de publicações que incentivem a vigilância, exposição e demissão de empregados com posicionamento político divergente. A ação também pede R$ 50 milhões de indenização por danos morais coletivos e multa diária para conteúdos mantidos no ar.

Segundo o Ministério Público, cerca de 1.459 denúncias de assédio eleitoral foram registradas até o meio-dia desta quinta-feira, três dias após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O órgão aponta que perfis com selo de verificação ampliaram o alcance dessas publicações por meio das ferramentas de recomendação das redes sociais.

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