Em uma operação coordenada entre o Ministério da Justiça e a Polícia Federal, adolescentes foram identificados como principais atores em um esquema criminoso que movimentava recursos ilícitos sob a fachada de lutas clandestinas, com a participação da adolescente como elemento central de negociação e incentivo financeiro, conforme evidências reunidas em inquérito sigiloso.
Contexto Institucional e Estrutura do Esquema Criminoso
O esquema movimentava recursos estimados em mais de R$ 12 milhões anualmente, com participação direta de adolescentes como moeda de troca e incentivo financeiro para recrutamento.



