Em 9 de fevereiro, no apartamento da jovem Giovanna Neves Santana Rocha, na Savassi, região Centro-Sul de Belo Horizonte, um crime que inicialmente foi registrado como suicídio por asfixia com uso de clonazepam foi desconstruído por laudo pericial que confirmou asfixia mecânica, revelando feminicídio contra a estudante de 22 anos, cuja morte gerou formalmente a ação penal contra seu ex-namorado, Adalton Martins Gomes, cuja prisão preventiva foi consolidada em 26 de junho, após prisão temporária cumprida em 15 de maio.
Apuração Forense e Contexto do Crime
O laudo pericial confirmou que Giovanna Neves Santana Rocha morreu por asfixia mecânica, descartando o registro inicial como suicídio e tipificando o crime como feminicídio doloso.



