Às 18h do dia 5 de setembro, o grupo Papão da Curuzu, liderado pelo presidente Márcio Tuma, tornou-se o único a registrar candidatura para o biênio 2027-2028 do Paysandu, encerrando o prazo de inscrição com exclusividade na disputa que definirá a nova diretoria do clube.
Contexto e Formalização da Candidatura
A formalização da chapa ocorreu sob rigoroso cumprimento às normas estatutárias do clube, com a documentação protocolada na sede administrativa após análise técnica da Comissão Eleitoral Interina, órgão vinculado à Diretoria Executiva responsável pela condução do processo seletivo.
Antecedentes indicam que o Paysandu mantém tradição de alternância administrativa, mas a ausência de concorrentes configura situação atípica que reforça a centralização de poder no comando atual, com Márcio Tuma visando renovar mandato para o próximo quadriênio com foco em estabilidade institucional e projetos estruturantes.
Somente uma chapa foi oficialmente inscrita para a eleição que definirá a presidência do Paysandu para 2027-2028.
Repercussão e Cenários Futuros
A Diretoria Executiva do Paysandu acolheu a única candidatura com satisfação, destacando que a continuidade de Márcio Tuma assegura continuidade nas iniciativas estratégicas já em andamento, como a reforma da infraestrutura da Sede Social e a ampliação do setor de base.
Com a votação marcada para 3 de novembro, especialistas apontam que a unica chapa pode gerar questionamentos sobre democraticidade do processo, embora legalmente a legitimidade será decidida nas urnas pelos 1.450 associados aptos a participar.



