A pesquisa Quaest, registrada no TSE sob o número BR-06520/2026 e divulgada em 28 de setembro, revelou que 47% das mulheres e 39% dos homens manifestam temor com a possibilidade de retorno da família Bolsonaro à Presidência, enquanto 37% das mulheres e 50% dos homens expressam preocupação com a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Contexto Institucional e Metodologia da Apuração
A pesquisa Quaest, conduzida entre 24 e 27 de setembro com amostra de 2.004 eleitores em todo o Brasil, apresenta margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%, conforme registrado sob BR-06520/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O s dados indicam uma divisão nítida nas percepções de risco político entre os sexos: enquanto as mulheres apontam maior preocupação com a volta do ex-presidente Jair Bolsonaro e seu entorno familiar, os homens manifestam maior receio em relação à continuidade do governo Lula.
Antecedentes recentes mostram tensão no eleitorado em torno das eleições de 2026, com o debate sobre a estabilidade institucional e a direção do país sendo central. A pesquisa também revelou que 62% dos entrevistados aprovam a proibição de apostas esportivas e jogos como 'Tigrinho', enquanto o desaprovado do governo Lula permanece em 49%, com aprovação que se mantém estável em 46%, segundo os últimos indicadores da Quaest.
47% das mulheres e 39% dos homens temem o retorno da família Bolsonaro à Presidência, enquanto 37% das mulheres e 50% dos homens temem a reeleição de Lula da Silva.
Repercussão Política e Posições O ficiais
As posições marcadas na pesquisa refletem um cenário eleitoral polarizado, com o temor de retrocessos institucionais por parte de setores da população que ainda consideram o legado bolsonarista como ameaça à democracia. A associação da família Bolsonaro ao governo anterior, aliada a críticas sobre gestão econômica e segurança, impulsiona a resistência entre eleitores tradicionais da direita.
A reeleição de Lula, por sua vez, enfrenta desafios devido à insatisfação persistente com indicadores econômicos e à polarização ideológica. O dado relevante mostra que 50% dos homens enxergam no retorno do lulismo uma ameaça maior à estabilidade nacional do que ao retorno dos Bolsonaro.
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