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Macapá. Mazagão. Os Servidores Públicos. A PF. A Operação Margem Zero. A Fraude nos Empréstimos

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 14:32
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Macapá. Mazagão. Os Servidores Públicos. A PF. A Operação Margem Zero. A Fraude nos Empréstimos
Fatos Rápidos da Notícia
  • A Polícia Federal (PF) cumpriu sete mandados de busca e apreensão em Macapá e Mazagão nesta quinta-feira (22), durante a Operação Margem Zero. A ação investiga um suposto esquema de fraude em empréstimos consignados envolvendo servidores públicos estaduais e municipais do Amapá. Segundo a investigação, servidores que já haviam atingido o limite de margem consignável eram procurados por intermediários que ofereciam a chamada “liberação de margem” em troca de uma porcentagem sobre o valor dos novos empréstimos contratados. Na prática, o servidor já possuía descontos de empréstimos na folha de pagamento e não poderia contratar novos consignados dentro das regras legais. Mesmo assim, os intermediários prometiam criar condições para a obtenção de novos créditos.
  • De acordo com a Polícia Federal, a suposta fraude ocorria por meio da retirada irregular de registros de empréstimos que ainda estavam ativos no sistema de consignação. Com a exclusão desses contratos, a margem aparecia como disponível, permitindo a aprovação de novos empréstimos. A investigação aponta que a margem era criada de forma artificial, dando a impressão de que o servidor tinha espaço para assumir novas dívidas, mesmo sem possuir capacidade legal para isso.
Resumo Editorial

A Polícia Federal (PF) cumpriu sete mandados de busca e apreensão em Macapá e Mazagão nesta quinta-feira (22), durante a Operação Margem Zero. A ação investiga um suposto esquema de fraude em empréstimos consignados envolvendo servidores públicos estaduais e municipais do Amapá. Segundo a investigação, servidores que já haviam atingido o limite de margem consignável eram procurados por intermediários que ofereciam a chamada “liberação de margem” em troca de uma porcentagem sobre o valor dos novos empréstimos contratados. Na prática, o servidor já possuía descontos de empréstimos na folha de pagamento e não poderia contratar novos consignados dentro das regras legais. Mesmo assim, os intermediários prometiam criar condições para a obtenção de novos créditos.

A Polícia Federal (PF) cumpriu sete mandados de busca e apreensão em Macapá e Mazagão nesta quinta-feira (22), durante a Operação Margem Zero. A ação investiga um suposto esquema de fraude em empréstimos consignados envolvendo servidores públicos estaduais e municipais do Amapá. Segundo a investigação, servidores que já haviam atingido o limite de margem consignável eram procurados por intermediários que ofereciam a chamada “liberação de margem” em troca de uma porcentagem sobre o valor dos novos empréstimos contratados. Na prática, o servidor já possuía descontos de empréstimos na folha de pagamento e não poderia contratar novos consignados dentro das regras legais. Mesmo assim, os intermediários prometiam criar condições para a obtenção de novos créditos.

De acordo com a Polícia Federal, a suposta fraude ocorria por meio da retirada irregular de registros de empréstimos que ainda estavam ativos no sistema de consignação. Com a exclusão desses contratos, a margem aparecia como disponível, permitindo a aprovação de novos empréstimos. A investigação aponta que a margem era criada de forma artificial, dando a impressão de que o servidor tinha espaço para assumir novas dívidas, mesmo sem possuir capacidade legal para isso.

Ainda segundo a PF, os intermediários envolvidos no esquema recebiam uma porcentagem dos valores liberados nas operações. Os mandados foram cumpridos em Macapá e Mazagão com o objetivo de reunir provas e identificar todos os envolvidos no esquema investigado. A corporação informou que as investigações continuam para apurar a extensão das fraudes e responsabilizar os suspeitos.

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