Em 23 de setembro de 2020, Gisele Magalhães, 37 anos, foi detida na Clínica em Ceilândia, Distrito Federal, sob suspeita de exercer ilegalmente a odontologia em estabelecimento lotado com pacientes, após fiscalização do Conselho Regional de O dontologia do Distrito Federal (CRO-DF) que constatou o exercício da profissão sem registro profissional.
Investigação e Desvendamento do Exercício Ilegal da O dontologia
A fiscalização realizada pela equipe do CRO-DF seguiu denúncias que apontavam para a prática irregular de procedimentos de manutenção odontológica por uma pessoa sem formação na área e sem registro profissional, fato que perdurou por pelo menos um ano no interior da clínica localizada na região administrativa de Ceilândia, onde pacientes aguardavam tratamento em ambiente inadequado à segurança sanitária.
Conforme apurado no local, a atuação da suposta 'cirurgiã-dentista' ocorria em completo desacordo com as normas do Conselho Federal de O dontologia, com a presença de pacientes expostos a riscos sanitários e a ausência de qualquer documentação comprobatória de habilitação técnica ou profissional.
O exercício ilegal da odontologia por Gisele Magalhães se prolongou por ao menos 12 meses, colocando em risco a saúde bucal de dezenas de pacientes na Clínica em Ceilândia.
Repercussão Legal e Desdobramentos Institucionais
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) assumiu o inquérito sob responsabilidade da 15ª Delegacia de Polícia (Ceilândia Centro), formalizando as investigações criminais previstas no artigo 171 do Código Penal, que tipifica a falsidade ideológica no exercício profissional de atividade regulamentada.
A proprietária da clínica ainda não foi localizada, enquanto a defesa de Magalhães e da instituição permanece inédita no âmbito público, com a Coluna Na Mira efetuando buscas para localizar posicionamentos oficiais.



