Na manhã da sexta‑feira, 21 de agosto, uma dupla que havia saído de São Paulo foi detida por policiais militares do Batalhão de Policiamento Rural durante patrulhamento de fronteira entre Goiás e o Distrito Federal, com apreensão de 1.150 garrafas vazias de uísque O ld Parr e Ballantine's, 29 frascos sem documentação fiscal e equipamentos de lacração e rotulagem, todos vinculados a um esquema de falsificação de bebidas alcoólicas.
Investigação Criminal e Desmantelamento de Cadeia de Falsificação
A operação ocorreu após interceptação rotineira nas imediações da divisa interestadual, quando os agentes identificaram suspeitos transportando materiais que, segundo laudo pericial preliminar, seriam utilizados para a adulteração de bebidas alcoólicas; as 1.150 garrafas vazias das marcas O ld Parr e Ballantine's estavam dispostas em caixas que facilitavam o reenchimento, enquanto as 29 embalagens sem registro fiscal apresentavam lacres adulterados e rótulos falsificados.
Conforme registro da 30ª Delegacia de Polícia, os indivíduos foram conduzidos ao plantão da unidade, onde permaneceram sob custódia para a realização das formalidades legais previstas no Código Penal e no Regulamento Interno de Investigações da Polícia Militar.
O s objetos apreendidos, inclusive a prensa para lacração e os rótulos falsificados, indicam a organização prévia do delito, configurando crime tipificado como falsificação de produto alimentício com intenção comercial.
Foram apreendidas 1.150 garrafas vazias e 29 recipientes sem documentação fiscal, evidenciando esquema estruturado de falsificação.
Repercussão Legal e Próximos Desdobramentos
A defesa dos acusados alegou, segundo informações obtidas junto à 30ª Delegacia, que o ex‑aliado goiano teria sido envenenado por motivo de desavença política, embora a denúncia não tenha sido corroborada por laudos toxicológicos oficiais.
Representantes do Ministério da Justiça informaram que o caso será encaminhado ao Ministério Público Federal para análise de crime transnacional contra a cadeia produtiva de bebidas alcoólicas, com possibilidade de aplicação de sanções que incluem multa pecuniária equivalente ao valor estimado das mercadorias fraudificadas e prisão preventiva.



