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Mulher é condenada a até 80 anos de prisão por matar bebê da amiga

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Há 46 min
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Mulher é condenada a até 80 anos de prisão por matar bebê da amiga
Fatos Rápidos da Notícia
  • Nicole Virzi foi condenada a 35 a 80 anos de prisão nos EUA
  • Ela admitiu ter matado Leon, filho de seis semanas da melhor amiga
  • A autópsia constatou traumatismo craniano por força contundente
Resumo Editorial

Nicole Virzi foi sentenciada nos Estados Unidos após confessar agressões que resultaram na morte de um bebê e lesões no irmão gêmeo da vítima.

Uma mulher de 32 anos, identificada como Nicole Virzi, foi condenada a uma pena de 35 a 80 anos de prisão nos Estados Unidos. Ela se declarou culpada por homicídio em terceiro grau, agressão agravada e duas acusações de colocar em risco o bem-estar de uma criança. O caso ocorreu em Pittsburgh, na Pensilvânia, durante o ano de 2024.

Nicole, que mora em San Diego, viajou até Pittsburgh para visitar a amiga Savannah Roberts e ajudar nos cuidados com os filhos recém-nascidos, os gêmeos Ari e Leon. Durante a estadia, os pais perceberam ferimentos no corpo de Ari, mas não identificaram a causa das lesões.

Quando os responsáveis decidiram levar o menino ao hospital para uma avaliação, Nicole se ofereceu para ficar com Leon. Na ausência dos pais, ela acionou o serviço de emergência e afirmou que o bebê caiu de um balanço infantil.

Leon foi levado a um hospital pediátrico, mas não resistiu. A autópsia apontou que a criança morreu em decorrência de um traumatismo craniano provocado por força contundente. Os investigadores concluíram que a gravidade das lesões não era compatível com uma queda do assento, indicando que o bebê havia sido agredido.

As apurações também apontaram Nicole como responsável pelos ferimentos encontrados no irmão gêmeo da vítima. De acordo com documentos do processo, ela admitiu ter machucado intencionalmente as duas crianças.

Durante o interrogatório, Nicole confessou: “Então, quando fiquei sozinha com Leon, o sacudi algumas vezes com força. E o deixei cair algumas vezes”. Em depoimento aos investigadores, ela afirmou ter uma “compulsão por machucar crianças” e relatou que sacudiu Leon com força e o derrubou de propósito diversas vezes, inclusive sobre um piso de cerâmica.

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