O caso ocorreu em Muskogee, no estado americano de Oklahoma, e veio à tona em agosto de 2025, quando a menina foi resgatada logo após dar à luz em casa. A sentença foi anunciada na sexta-feira, dia 30 de outubro.
Exames de DNA confirmaram que o pai do bebê era Dustin Walker, padrasto da menina e marido da condenada, que confessou o crime e também recebeu pena de prisão perpétua. Os promotores sustentaram que a mãe tinha conhecimento dos abusos sofridos pela filha.
A investigação revelou que a criança não realizou exames pré-natais nem recebeu acompanhamento médico durante a gestação. Além disso, a residência da família não contava com água encanada.



