No domingo (27/9), às 15h, o cobrador Rogério Salles Brandão, funcionário da Piracicabana, morreu no Lago Paranoá após a motocicleta em que pilotava — com seu filho de 10 anos — colidir contra a mureta da Ponte do Bragueto, em Brasília, durante manobra que arremessou os dois para as águas.
Contexto Institucional e Histórico do Acidente
A apuração jornalística, fundamentada em relatório técnico do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) e em depoimento de testemunhas oculares, confirma que o acidente ocorreu na tarde de domingo (27/9), entre 14h e 15h, na região da Ponte do Bragueto, quando a motocicleta conduzida por Rogério perdeu o controle devido a possível falha mecânica ou condição irregular da pista, colidindo violentamente com a estrutura de proteção metálica.
O contexto institucional relevante evidencia que o acidente se insere no cenário de elevado risco nas vias fluviais do Lago Paranoá, onde o CBMDF já havia registrado 12 ocorrências semelhantes nos últimos seis meses, com ênfase na ausência de barreiras físicas adequadas e na limitada visibilidade em curvas próximas à ponte.
O pai ficou submerso por 10 minutos e passou por parada cardiorrespiratória antes da reanimação bem-sucedida.
Repercussão Jurídica e Institucional
Em pronunciamento oficial, a Piracicabana destacou seu compromisso com o apoio integral à família de Rogério, ressaltando que 'estamos em contato direto com os parentes e prestando todo o suporte necessário neste momento de profunda comoção', enquanto o Ministério Público do Distrito Federal acionou inquérito policial para apurar as causas do acidente e eventuais responsabilidades técnicas ou operacionais.
As autoridades competentes reforçam que o caso deve motivar revisão urgente das medidas de segurança viária ao redor da Ponte do Bragueto, incluindo a instalação de barreiras reforçadas e sinalização ampliada, em resposta à crescente preocupação com os incidentes envolvendo motociclistas em áreas de risco.



