Após audiência de custódia realizada neste sábado (19), o ex-vereador e ex-presidente da Câmara Municipal de São Paulo, Milton Leite, viu sua prisão preventiva mantida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, que constatou o regular cumprimento do mandado de prisão. Ele é investigado no âmbito da O peração Vectura Corrupta, deflagrada na última quinta-feira (17), que apura suposta infiltração do PCC (Primeiro Comando da Capital) no poder público e no sistema de transporte coletivo da capital paulista, tendo se entregue à Polícia Civil em Mogi das Cruzes após tentativa frustrada de localização na residência de um assessor em Sorocaba.
Contexto Institucional e Apuração da O peração Vectura Corrupta
O ex-vereador Milton Leite permanece sob custódia preventiva após decisão do TJSP, que verificou a legalidade do cumprimento do mandado de prisão expedido na O peração Vectura Corrupta, deflagrada na quinta-feira (17), com o total de 16 mandados de prisão e 18 de busca e apreensão, além da apreensão de R$ 287 mil e US$ 89 mil na sexta-feira (18).
A investigação apura a participação do PCC no poder público e no sistema de transporte coletivo da capital paulista, tendo identificados pelo menos 12 dos 22 operadores de transporte coletivo como alvos de controle da facção, com envolvimento de agentes públicos, conforme constata o Ministério Público.
A O peração Vectura Corrupta resultou na apreensão de R$ 287 mil e US$ 89 mil, evidenciando o alcance financeiro da suposta rede de influência do PCC.
Repercussão Jurídica e Declarativos O ficiais
O ex-vereador negou veementemente as acusações durante declaração enviada à imprensa antes de se entregar à polícia, afirmando que sua atuação no setor de transportes ocorreu publicamente em 2019 por solicitação do então prefeito Bruno Covas, quando ocupava a vice-presidência na linha sucessória.
A defesa aguarda novo posicionamento da e mantém postura de que provas serão apresentadas para comprovar a inocência, enquanto o Ministério Público segue com as investigações sobre a suposta articulação entre o PCC e agentes públicos no transporte coletivo.



