No âmbito do Tribunal do Júri da Comarca de Belém, o júri popular absolvido na noite de terça‑feira (25) da acusação de homicídio contra Lucas Magalhães, enquanto figura central no desaparecimento e morte da influenciadora digital Yasmin Macêdo, que vanished em dezembro de 2021 durante passeio de lancha organizado por ele; contudo, o mesmo foi sentenciado a 4 anos e 10 meses de reclusão em regime semiaberto pelos crimes de porte ilegal e disparo de arma de fogo.
Contexto Processual e Desenvolvimento do Julgamento
A decisão do Tribunal do Júri, conduzida pelo juiz Homero Lamarão Neto na 2ª Vara do Júri da Comarca de Belém, durou mais de 12 horas e incorporou oitiva de testemunhas, perícia da Polícia Científica e depoimento de especialistas que esclareceram os contornos do desaparecimento ocorrido em dezembro de 2021, quando a jovem embarcou em uma lancha com 19 ocupantes e teve seu corpo localizado no dia seguinte ao início das buscas.
O s fatos revelam que, apesar da absolvição da acusação de homicídio, Lucas Magalhães permanece sob custódia por infrações penais distintas, tendo sido condenado a 4 anos e 10 meses de reclusão em regime semiaberto por porte ilegal de arma de fogo e disparo à mesma data do veredicto.
O júri absolveu o réu da acusação de homicídio, mas manteve a condenação por porte ilegal e disparo de arma de fogo.
Repercussão Legal e Perspectivas Futuras
A sentença foi recebida com ressalvas por parte da família da vítima e por órgãos de defesa dos direitos humanos, que questionam a consistência da condenação por crime não diretamente vinculado à morte, enquanto o Ministério Público Federal sinalizou possível recurso contra a decisão.
Com a condenação em regime semiaberto, Lucas Magalhães poderá obter benefícios processuais antes do término da pena, mas permanece sujeito a medidas cautelares que restringem sua permanência em áreas públicas e a comunicação com pessoas ligadas ao caso.



