Carregando...
Voltar para a página inicial
Geral

"Esqueletos de aço" da Baía de Guanabara: como navios abandonados há uma década viraram a única salvação de um estaleiro histórico

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 11:53
Ouvir NotíciaRecurso Beta

Locução neural da Yumi IA em português

0:000:00
"Esqueletos de aço" da Baía de Guanabara: como navios abandonados há uma década viraram a única salvação de um estaleiro histórico
Fatos Rápidos da Notícia
  • O Estaleiro Ilha S.A. (Eisa), localizado na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, adotou o desmantelamento de navios inacabados como estratégia central para quitar compromissos de sua recuperação judicial.
  • A venda das peças, equipamentos e da sucata de aço naval extraída de cascos parados há anos tornou-se a principal fonte de recursos para manter os pagamentos a credores trabalhistas.
Resumo Editorial

O Estaleiro Ilha S.A. (Eisa), localizado na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, adotou o desmantelamento de navios inacabados como estratégia central para quitar compromissos de sua recuperação judicial.

O Estaleiro Ilha S.A. (Eisa), localizado na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, adotou o desmantelamento de navios inacabados como estratégia central para quitar compromissos de sua recuperação judicial.

A venda das peças, equipamentos e da sucata de aço naval extraída de cascos parados há anos tornou-se a principal fonte de recursos para manter os pagamentos a credores trabalhistas.

Licença ambiental e histórico das embarcações

O Eisa é atualmente o único estaleiro na Baía de Guanabara com licença ambiental autorizada para executar o serviço de desmantelamento de embarcações. Entretanto, para aceitar novos contratos de reciclagem marítima, a empresa precisa primeiro retirar os navios que ocupam suas próprias instalações.

Entre as estruturas paradas estão dois navios do antigo programa Promef (Irmã Dulce e Zélia Gattai), uma embarcação encomendada pela estatal venezuelana PDVSA e um navio encomendado pela empresa Log-In, cujo corte de chapa já foi iniciado.

A Transpetro analisa o orçamento para verificar se há viabilidade técnica e financeira de concluir os dois navios do Promef; caso contrário, os cascos também serão fatiados para descarte.

Leilão judicial de R$ 11,5 milhões

A 1ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do TJRJ autorizou a alienação por leilão judicial de 6.314 toneladas de sucata de aço naval (tipo ASTM A131), oriundas do corte de conteineiros e petroleiros. O lote completo foi avaliado em R$ 11,5 milhões.

Os valores obtidos na venda do lote de aço condicionam os pagamentos extraordinários a ex-colaboradores, realizados com aprovação da Justiça e do Ministério Público.

Reorganização das operações marítimas

Além do impacto financeiro, o fatiamento e a remoção das estruturas metálicas visam liberar o espaço físico do estaleiro. Com a resolução dos litígios referentes aos projetos antigos, a empresa busca concluir suas obrigações jurídicas e reorganizar o parque industrial para futuras atividades no setor naval.

Verificação Editorial Giro Mix News

Conteúdo apurado, sintetizado e verificado com a inteligência editorial Yumi IA.

Conhecer Yumi IA →
Feedback anônimo dos leitores

Notícias Relacionadas

RÁDIO WEB

GiroMix Rádio