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Flávio e Lula querem manter tropas de mensagens em futura gestão

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 09:53
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Flávio e Lula querem manter tropas de mensagens em futura gestão
Fatos Rápidos da Notícia
  • Os dispositivos de mensagens, que se tornaram um dos principais instrumentos de engajamento no segundo turno, devem ser explorados tanto pela direita como pela esquerda nos próximos quatro anos.
  • A ideia é que, seja no governo, seja na oposição, os canais de comunicação sejam explorados para mobilizações e informações, criando um meio direto de se comunicar com o eleitorado.
  • O “Exército do Lula”, do deputado federal André Janones (Rede-MG), e a “Tropa do Flávio”, do senador eleito Gustavo Gayer (PL-GO), reúnem, ao todo, quase dez milhões de pessoas.
Resumo Editorial

Os dispositivos de mensagens, que se tornaram um dos principais instrumentos de engajamento no segundo turno, devem ser explorados tanto pela direita como pela esquerda nos próximos quatro anos.

Os dispositivos de mensagens, que se tornaram um dos principais instrumentos de engajamento no segundo turno, devem ser explorados tanto pela direita como pela esquerda nos próximos quatro anos.

A ideia é que, seja no governo, seja na oposição, os canais de comunicação sejam explorados para mobilizações e informações, criando um meio direto de se comunicar com o eleitorado.

O “Exército do Lula”, do deputado federal André Janones (Rede-MG), e a “Tropa do Flávio”, do senador eleito Gustavo Gayer (PL-GO), reúnem, ao todo, quase dez milhões de pessoas.

O tema tem causado preocupação para o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que deve discutir uma minuta após o segundo turno para tentar regulamentar os aplicativos de mensagem.

Caso o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não seja reeleito, dirigentes da esquerda citam o canal de mensagens como um instrumento de pressão e protestos contra uma gestão de Flávio Bolsonaro (PL).

O mesmo discurso tem sido feito por dirigentes bolsonaristas caso o primogênito de Jair Bolsonaro não consiga superar o petista na disputa ao Palácio do Planalto.

A ideia é também explorar os canais de mensagens na comunicação de medidas do governo com o eleitorado. Nesse ponto, porém, há dúvidas se o instrumento não desrespeitaria a legislação em vigor.

A mobilização dos canais de mensagem é atribuída tanto por petistas como por bolsonaristas como um dos fatores que tornou acirrada e indefinida a disputa no segundo turno.

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