O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou pesar pela morte de Joselito Geraldo de Sousa, o Lito Sousa, aos 59 anos, na quinta-feira (1º de outubro), após o falecar em decorrência da doença de Creutzfeldt-Jakob, condição neurológica rara e fatal que o atingiu.
Contexto Histórico e Desenvolvimento da Intervenção Terapêutica
A investigação jornalística apurou que o influenciador digital e empresário Lito Sousa foi o primeiro brasileiro a receber o medicamento experimental ALN-6457 contra a doença de Creutzfeldt-Jakob, autorizado excepcionalmente pela Anvisa em 11 de setembro após solicitação formal que reconheceu seu caso como prioritário.
O diagnóstico da patologia, caracterizada pelo acúmulo anômalo de príons no encéfalo, ocorreu em setembro, mesmo período em que Lito lutava contra um câncer de próstata em estágio inicial diagnosticado no início do ano, configurando um cenário complexo de comorbidades que demandou avaliação clínica rigorosa por parte da equipe médica responsável.
Lito Sousa foi a primeira pessoa no Brasil a utilizar o medicamento experimental ALN-6457 contra a doença de Creutzfeldt-Jakob, conforme autorização excepcional concedida pela Anvisa
Repercussão Institucional e Desdobramentos Pós-Morte
A Secretaria de Segurança Institucional do Gabinete da Presidência da República divulgou nota oficial declarando que o presidente Lula manifestou 'sentimentos de profundo pesar' pela perda do comunicador, destacando sua contribuição para a divulgação responsável de informações sobre segurança aérea e saúde pública.
A esposa de Lito, Mila Seidl, afirmou publicamente que 'perdeu o direito de morrer' em resposta à crítica do filho acerca do estado delicado do marido, revelando tensão emocional envolvendo decisões sobre tratamento intensivo e expectativa de vida.



