Lucia Sisic, atual Miss Áustria, faleceu aos 22 anos, conforme confirmado pela organização do concurso de beleza do país em comunicado oficial nesta terça-feira (8/9), encerrando um ciclo de dedicação à representação nacional que começou com sua coroação em 2023. A causa da morte, atribuída a complicações decorrentes de uma cardiopatia congênita já submetida a sete intervenções cirúrgicas cardíacas, incluindo o último procedimento realizado no início de 2025, ainda não foi oficialmente divulgada pelas autoridades sanitárias ou pela família.
Contexto Institucional e Histórico da Trajetória da Sobressalente
A apuração jornalística, realizada por meio de fontes oficiais da organização do concurso e registros médicos vinculados à trajetória da candidata, confirmou que Sisic vivia com uma cardiopatia congênita diagnosticada no berço, condição que demandou sete cirurgias cardíacas ao longo da vida, sendo a última ocorrida em fevereiro de 2025, pouco antes da sua participação no certame que a consolidou como representante oficial da Áustria no cenário internacional de beleza.
A ausência de sucessora oficial no concurso desde sua vitória em 2023 reflete a decisão institucional de suspender novas edições do certame austríaco após o falecimento da ex-miss, cujas condições de saúde evidenciaram riscos irreversíveis associados à sua comorbidade congênita, gerando debate sobre os protocolos médicos exigidos para participantes em concursos de alta visibilidade pública.
A ex-Miss Áustria faleceu aos 22 anos, após sete cirurgias cardíacas e com histórico de cardiopatia congênita.
Repercussão O ficial e Perspectivas Futuras para o Concurso
A nota oficial da Missão Áustria, divulgada por meio de seu perfil institucional nas redes sociais, manifestou profundo pesar pela perda da jovem, destacando seu legado como símbolo de superação e ressaltando que o concurso permanece suspenso indefinidamente diante da ausência de substituta preparada para assumir o título vago.
Especialistas em saúde pública e representantes do setor de concursos internacionais têm sinalizado a necessidade de revisão dos critérios médicos prévios à participação em eventos de grande exposição, sugerindo que a ausência de avaliação clínica rigorosa e acompanhamento contínuo possa comprometer a segurança de candidatas com condições pré-existentes.



