Na manhã de 28 de setembro, o ex-coronel da Polícia Militar do Distrito Federal Jorge Eduardo Naime, condenado pelo Supremo Tribunal Federal a 16 anos de prisão por atos ligados aos atos de 8 de janeiro, foi encontrado desacordado e com suspeita de trauma craniano após cair da cama em seu apartamento na Papudinha, sendo encaminhado imediatamente ao hospital para exames de tomografia que, segundo a PMDF, não evidenciaram alterações graves.
Contexto Penitenciário e Antecedentes da Investigação
A apuração realizada pela coluna Grande Angular constatou que Naime encontrava-se sob regime semiaberto desde março, após 461 dias de prisão preventiva, e que sua transferência para o domicílio noturno ocorria em razão de progressão de pena prevista no sistema penitenciário. A esposa, Mariana Naime, candidata a deputada federal pelo Partido Liberal, relatou que o marido vinha enfrentando crises de pressão arterial e dores de cabeça intensas nas últimas semanas, fato que repercutiu nas visitas anteriores ao Núcleo de Custódia da PMDF.
O episódio gerou preocupação institucional e mobilizou a família em solicitação formal ao órgão, diante do histórico de saúde do agredido, enquanto o STF mantém a condenação definitiva do ex-oficial sem possibilidade de relaxamento imediato da pena.
Naime foi condenado a 16 anos de prisão pelo STF por participação nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro e encontra-se em regime semiaberto há mais de três meses.
Section2Subtitle.
Repercussão O ficial e Desdobramentos Imediatos.
Section2Paragraphs.
A PMDF confirmou, por meio de nota oficial, que Naime apresentou mal-estar ao levantar-se da cama, caindo e atingindo a cabeça antes de ser transferido ao hospital para exame de tomografia computadorizada, procedimento que revelou ausência de alterações estruturais no crânio., A defesa técnica do ex-coronel ainda não se manifestou publicamente sobre as condições do internamento, enquanto o Ministério Público Federal aguarda posicionamento formal sobre possíveis desvios no cumprimento da pena ou riscos à integridade física do preso.
O retorno ao Núcleo de Custódia da PMDF deve ocorrer até 30/9, sob risco de suspensão de benefícios processuais caso novo mal-estar seja registrado.



