A pesquisa Quaest, encomendada pela TV Morena e divulgada nesta terça-feira (25/8), aponta Reinaldo Azambuja (PL) com 22% nas intenções de voto para as duas vagas do Senado Federal em Mato Grosso do Sul em 2026, consolidando-o como favorito na disputa que deve definir dois titulares do Estado. O levantamento, realizado entre 21 e 24 de agosto com 804 eleitores de 16 anos ou mais e margem de erro de 3 pontos percentuais, revela ainda o ex-governador à frente na estimulada (31%) e empatado na segunda vaga (13%), enquanto o Capitão Contar (PL) registra 15% e Soraya Thronicke (PSB) 11% na combinação das duas cadeiras.
Contexto Institucional e Apuração da Pesquisa Eleitoral
A pesquisa Quaest, registrada no TSE sob os números MS-00793/2026 e BR-04312/2026, foi conduzida com rigor metodológico entre 21 e 24 de agosto, amostrando 804 eleitores de Mato Grosso do Sul com 16 anos ou mais, em conformidade com os parâmetros da legislação eleitoral. Na análise combinada das intenções para as duas vagas, Azambuja lidera com 22%, seguido por Capitão Contar (PL) a 15% e Soraya Thronicke (PSB) a 11%, enquanto Vander Loubet (PT) aparece com 9%, indicando um cenário competitivo mas com vantagem clara para o candidato do PL.
Além dos resultados totais, a pesquisa detalhou as intenções para cada uma das vagas: na primeira, Azambuja alcança 31%, ampliando sua vantagem sobre Contar (17%), Thronicke (10%) e Loubet (9%), enquanto na segunda cadeira o confronto se mostra mais equilibrado, com Azambuja e Contar empatados tecnicamente em 13%, Thronicke com 12% e Loubet com 8%, evidenciando a volatilidade do pleito.
Reinaldo Azambuja lidera a disputa pelo Senado com 22% nas intenções de voto combinadas para as duas vagas em Mato Grosso do Sul.
Repercussão Política e Desafios do Cenário Eleitoral
As autoridades eleitorais de Mato Grosso do Sul mantêm postura técnica em relação aos dados, ressaltando que os números refletem apenas uma janela temporal da contínua apuração, com a possibilidade de oscilações até outubro de 2026. O próprio Azambuja, em declaração à imprensa no dia da divulgação, afirmou que 'o povo vai decidir', reforçando a necessidade de cautela na interpretação dos resultados.
O s próximos passos incluem a definição oficial dos candidatos pelos partidos até o final deste ano, o que pode gerar ajustes nos percentuais atuais, além da constatação de que 55% dos eleitores ainda não decidiram seu voto definitivo, segundo o levantamento.



