A pesquisa Vox divulgada nesta sexta-feira (22/10), baseada em levantamento realizado entre os dias 20 e 22 de outubro com 2.100 eleitores brasileiros e margem de erro de 2,15 pontos percentuais, revela que o senador Flávio Bolsonaro (PL) registra 47,1% de rejeição do eleitorado, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 44,8% de rejeição, indicando uma polarização acirrada na percepção popular dos candidatos à Presidência no segundo turno das eleições marcado para domingo (25/10).
Diagnóstico da Percepção Eleitoral e Metodologia do Levantamento
O estudo, registrado sob o número BR-03259/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), demonstra que a rejeição aos candidatos se configura como um termômetro sensível às estratégias de campanha e ao clima político nacional, com o senador Flávio Bolsonaro sendo alvo de críticas estruturais relacionadas a sua atuação política e posicionamentos controversos, enquanto Lula enfrenta desgaste associado a críticas sobre gestão econômica e polarização ideológica.
O contexto imediato inclui o embate direto entre os dois principais candidatos do segundo turno, com o Datafolha já tendo apontado empate técnico (47% a 46%) em pesquisa publicada anteriormente, reforçando a volatilidade da preferência eleitoral e a relevância do índice de rejeição como indicador de eletrabilidade.
47,1% dos eleitores brasileira não votariam jamais em Flávio Bolsonaro, segundo pesquisa Vox registrada no TSE.
Repercussão Política e Desafios Institucionais na Recta Final da Campanha
A reação das autoridades eleitorais e dos partidos ao alto índice de rejeição evidencia a necessidade de ajustes táticos por parte das campanhas, com o estrategista da chapa de Flávio Bolsonaro destacando que a estratégia 'Bloco do 22' foi idealizada no Ceará para reforçar bases e mitigar desgaste em regiões cruciais.
O ministro Alexandre de Moraes, por meio do presidente do TSE, hasteado que decisões sobre sigilos bancários devem obedecer a protocolos legais rigorosos, rebatendo insinuações de que medidas poderiam beneficiar indiretamente algum dos candidatos sem respaldo jurídico.



