Em pesquisa divulgada pela nutricionista Juliana Andrade, vinculada ao, a casca da banana surge como um recurso alimentar subutilizado, capaz de contribuir significativamente para a saúde intestinal e o bem-estar, por meio da presença de triptofano e fibras, nutrientes que potencializam a saciedade e regulam os ritmos de sono.
Contexto Nutricional e Evidências Científicas
A análise realizada pela especialista demonstrou que a casca da banana, quando higienizada corretamente — desconsiderando áreas escurecidas ou lesionadas —, contém triptofano, aminoácido precursor da serotonina e da melatonina, hormônios essenciais para o equilíbrio neuroquímico e a qualidade do sono, além de concentrar potássio, magnésio e fibras dietéticas que promovem maior saciedade e facilitam o trânsito intestinal.
Esses componentes bioativos reforçam o papel da banana como aliado na gestão do peso e na manutenção da saúde metabólica, especialmente quando integrados a preparações culinárias como farinhas, vitaminas ou bolos, conforme práticas alimentares observadas em orientações nutricionais contemporâneas.
A casca da banana contém triptofano, que serve de precursor para a serotonina e a melatonina, hormônios que regulam o bem-estar e a qualidade do sono.
Repercussão Institucional e Desafios Práticos
A Secretaria de Segurança Alimentar do Ministério da Saúde reconheceu oficialmente os benefícios da casca de banana como fonte adicional de fibras dietéticas, incentivando sua inclusão em protocolos de alimentação saudável para a população geral.
Nutricionistas apontam que, apesar do potencial, a adoção prática ainda enfrenta barreiras culturais e de percepção, demandando campanhas educativas claras sobre procedimentos adequados de higienização e preparo para evitar riscos como contaminações por fungos ou resíduos químicos.



