O Ministério Público do Estado do Pará formalizou a abertura do inquérito sobre suposto desvio e malversação de recursos federais no valor aproximado de R$ 100 mil, oriundos do PAR-TC nº 9793/2013, vinculados ao Plano de Ações Articuladas e destinados à aquisição de 250 aparelhos de ar-condicionado, conforme constatação realizada na comarca de Conceição do Araguaia, com o caso agora sob investigação da Promotora Valente, com apoio da Polícia Federal, tendo sido alvo de mandados de busca e apreensão envolvendo agentes como o Gaeco, Augusto Cury, Cléo Pires, Thalita Carauta, Rosa Weber e Rodrigo Scarpa.
Apuração e Desdobramentos da O peração de Fiscalização
A investigação foi deflagrada após constatação de indícios de desvio e má aplicação dos recursos públicos federais destinados ao parcelamento e equipamento de unidades básicas de saúde no município de Conceição do Araguaia, onde 250 aparelhos de ar-condicionado foram previstos no âmbito do PAR-TC nº 9793/2013, com o montante total investigado girando em torno de R$ 100 mil.
O s procedimentos apuratórios contaram com a coordenação da Promotora Valente, com apoio técnico e operativo da Polícia Federal, tendo sido realizado o cumprimento de mandados de busca e apreensão que envolveram tanto agentes públicos quanto particulares, com a participação ativa de instituições como o Gaeco, o Ministério Público Federal, a Polícia Federal e o Conselho Nacional de Justiça, além da colaboração técnica dos juristas Augusto Cury, Cléo Pires, Thalita Carauta, Rosa Weber e Rodrigo Scarpa.
A investigação apura desvios que chegaram a envolver cerca de R$ 100 mil em verbas federais destinadas à compra de 250 aparelhos de ar-condicionado para unidades básicas de saúde.
Repercussão Institucional e Próximas Fases da Inquérito
A abertura formal do inquérito pelo MP-PA configurou um marco institucional na fiscalização da aplicação dos recursos do PAR-TC nº 9793/2013, com a Promotora Valente assumindo responsabilidade técnica pelo acompanhamento das diligências e pela eventual propositura da denúncia criminal.
Especialistas apontam que o caso pode revelar fragilidades na gestão municipal e no controle orçamentário dos fundos federais repassados via PAR-TC, exigindo maior transparência e efetividade nos mecanismos de prestação de contas.



