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Política

Janaína Paschoal chama de 'fabricado' problema de ônibus no segundo turno e defende prefeito Ricardo Nunes

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 04:30
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Janaína Paschoal chama de 'fabricado' problema de ônibus no segundo turno e defende prefeito Ricardo Nunes
Fatos Rápidos da Notícia
  • Janaína Paschoal afirma que não recebeu queixas sobre falta de ônibus e chama o problema de fabricado pela esquerda
  • Vereadores do PSol pedem impeachment de Ricardo Nunes por suposta falta de ônibus e uso de servidores em campanha
  • Comissão Especial analisa admissibilidade da denúncia com relatório previsto para terça-feira (31/10)
Resumo Editorial

A vereadora Janaína Paschoal, autora do pedido que originou o impeachment de Dilma Rousseff, afirmou que não recebeu queixas sobre a falta de ônibus na cidade durante o segundo turno das eleições e classificou a denúncia como uma criação da esquerda. Ela se manifestou sobre o processo de impeachment contra o prefeito Ricardo Nunes, que está sendo analisado por uma Comissão Especial na Câmara Municipal de São Paulo.

A vereadora Janaína Paschoal (PP), conhecida por ser autora do pedido que deu origem ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff em 2016, se posicionou sobre as denúncias de falta de ônibus na cidade de São Paulo no dia do segundo turno das eleições. Segundo ela, não houve registros de reclamações sobre o tema e a votação entre 17h e 19h indica que o problema foi criado pela oposição.

A denúncia, apresentada por vereadores do PSol, acusa a prefeitura de não disponibilizar 100% da frota conforme determinação da Justiça Eleitoral e também cita a convocação de servidores comissionados para trabalhar na campanha de Flávio Bolsonaro. Uma Comissão Especial foi criada para analisar a admissibilidade do pedido de impeachment contra o prefeito Ricardo Nunes (MDB).

A primeira reunião do colegiado aconteceu na última quinta-feira (29/10), elegero Rubinho Nunes (União) como presidente e definiu Major Palumbo (PP) como relator. A próxima reunião está marcada para terça-feira (31/10), quando o relator deve apresentar um voto pela não admissibilidade da denúncia, tendência que deve ser acompanhada pelos governistas. Caso a admissibilidade seja rejeitada, a denúncia será arquivada automaticamente; se aprovada, seguirá para votação em plenário, onde são necessários 33 votos para avançar.

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