Na manhã de domingo, 4 de outubro, a ex-presidente Dilma Rousseff compareceu ao Colégio Santa Marcelina, na região da Pampulha, em Belo Horizonte, para exercer seu direito ao voto no primeiro turno das Eleições 2026, sob forte presença de apoiadores e manifestantes contrários, em um cenário marcado por tensão e movimentação disciplinada dentro do colégio eleitoral.
Contexto Institucional e Histórico da Participação Eleitoral
A votação ocorreu entre as 8h e 17h no âmbito do primeiro turno da campanha presidencial de 2026, com Dilma Rousseff comparecendo ao local em seu domicílio eleitoral em Belo Horizonte, conforme previsto na legislação eleitoral brasileira; sua presença foi precedida por aglomerações organizadas de militantes do Partido dos Trabalhadores (PT), com registro de vaias e confrontos esporádicos entre grupos ideológicos, sem intercorrências graves à ordem pública.
A ex-presidente, que mantém residência fixa em Xangai, na China, onde preside o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), participou do processo eleitoral com apoio logístico da legenda petista, após retorno ao país especialmente para a votação, fato que reforça a relevância simbólica do gesto político em ano pré-eleitoral para a legenda.
Dilma Rousseff votou no primeiro turno das Eleições 2026 enquanto preside o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) no exterior.
Repercussão Política e Estratégica dos Atores Envolvidos
A reação imediata veio do entorno familiar e partidário: Pedro Rousseff, sobrinho da ex-presidente e candidato a deputado federal por Minas Gerais pelo PT, declarou que Dilma foi retirada do local por risco de agressão física, evidenciando preocupação com a segurança institucional durante o processo eleitoral.
O episódio reforça a polarização política no país e a estratégia do PT em articular narrativas de defesa institucional frente a ataques pontuais contra figuras centrais da legenda.



