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Política

Sindicato exige apuração independente sobre assédio contra presidente da BRBCard

PorManoela AlcântaraVerificadoOrtografia IAPublicado Há 46 min
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Sindicato exige apuração independente sobre assédio contra presidente da BRBCard
Fatos Rápidos da Notícia
  • O Sindicato dos Bancários de Brasília cobra investigação sobre denúncias de assédio moral e sexual contra Celso Eloi de Souza Cavalhero, presidente da BRBCard, empresa do Conglomerado BRB
  • Sete denúncias de assédio moral e sexual de alta gravidade foram registradas até 30 de junho de 2026, data da 919ª Reunião Ordinária do Conselho de Administração do Banco de Brasília que afastou o dirigente em 1º de julho
  • A Controladoria-Geral do Distrito Federal reverteu o afastamento de Celso Eloi após análise da documentação e consideração da fase inicial da apuração, permitindo seu retorno ao cargo.
Resumo Editorial

Sindicato solicita apuração independente e transparente sobre sete denúncias de assédio contra presidente da BRBCard, garantindo direitos contrários e ambiente laboral seguro.

Em 1º de julho, o presidente da BRBCard, Celso Eloi de Souza Cavalhero, retornou às suas funções no Banco de Brasília após suspensão decretada pelo Conselho de Administração em 30 de junho, em decorrência de sete denúncias de assédio moral e sexual registradas até a 919ª Reunião O rdinária do colegiado, que culminou na decisão de afastá-lo como medida preventiva para garantir a lisura da apuração.

Contexto Institucional e Antecedentes da Apuração

A apuração conduzida pela Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) analisou documentação técnica e depoimentos prestados à Corregedoria do DF, revelando que as denúncias foram formalizadas entre janeiro e junho de 2026, com relatos que descrevem condutas reiteradas de pressão psicológica e toques inadequados, tipificadas como assédio moral e sexual de alta gravidade.

O afastamento inicial ocorreu em julho de 2026, após decisão colegiada do Conselho de Administração do Banco de Brasília, fundamentada na necessidade de preservar a integridade da investigação e proteger denunciantes, mas foi revertido após laudo da CGDF que constatou ausência de indícios concretos de obstrução à instrução processual.

Ponto de Destaque

Sete denúncias formais registradas até 30 de junho de 2026 apontam para condutas reiteradas de assédio moral e sexual praticadas pelo presidente da BRBCard.

Repercussão O ficiosa e Desdobramentos Jurídicos

A Controladoria-Geral do Distrito Federal justificou a reversão do afastamento ao considerar que o juízo de admissibilidade foi produzido posteriormente ao afastamento, sem recomendação explícita da medida, enquanto o Conselho destacou a necessidade de adoção cautelar para salvaguardar a dignidade das testemunhas e a produção probatória.

O Sindicato dos Bancários do DF reiterou que não se posiciona sobre a culpabilidade do investigado, exigindo porém uma investigação independente e transparente, sob pena de perpetuação do ambiente de medo entre os trabalhadores que prestaram relatos à Corregedoria.

Atenção / Ponto Crítico
O retorno do dirigente ao cargo está condicionado à continuidade da apuração sem obstrução, sob risco de configurar novo afastamento com base em infrações administrativas previstas no Regimento Interno do Banco de Brasília.

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