O governo brasileiro, em resposta ao Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), confirmou que a família do estudante de medicina Marco Aurélio Cardenas Acosta, de 22 anos, falecido após abordagem da Polícia Militar em São Paulo em 20 de novembro de 2024, permanece sem indenização financeira, pedido público de desculpas ou oferta individualizada de apoio psicossocial até a presente data.
Contexto Institucional e Investigação em Curso
A família recebeu nenhum apoio psicossocial nem indenização financeira após a morte do estudante Marco Aurélio Cardenas Acosta em decorrência da ação letal da Polícia Militar em novembro de 2024.
Repercussão Jurídica e Estratégias Governamentais
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