A partir da quinta-feira, 1º de outubro de 2025, o limite de R$ 500 por transação para o Pix por aproximação foi eliminado, substituindo o teto fixo por uma regra que permite ao usuário ou instituição financeira definir o valor máximo permitido, com o Banco Central investigando fraude que causou prejuízo de R$ 64 mil a clientes da Caixa por meio de 42 compras com Pix falsos no Rio de Janeiro.
Contexto Institucional e Regulamentar do Ajuste
O Banco Central eliminou o teto estabelecido em fevereiro de 2025 para o Pix por aproximação, que era limitado a R$ 500 por transação, substituindo-o por uma flexibilidade que autoriza as instituições financeiras a definirem limites individuais conforme sua análise de risco e políticas internas, bem como permitir que o próprio usuário configure seu limite diário ou mensal. A medida visa harmonizar as diretrizes regulatórias, eliminando barreiras operacionais e facilitando a adoção em ambientes comerciais físicos e digitais, onde a velocidade da transação é prioridade.
Além da flexibilização do limite, a funcionalidade permanece restrita a dispositivos móveis com tecnologia NFC e sistemas operacionais atualizados, exigindo compatibilidade técnica para ativar o Pix por aproximação, seja pelo aplicativo do banco ou por carteiras digitais autorizadas pelo Banco Central.
O prejuízo total investigado chega a R$ 64 mil, frutos de 42 transações fraudulentas com Pix falsos no Rio de Janeiro.
Repercussão Institucional e Desdobramentos Futuramente
O Banco Central divulgou que está apurando um caso de fraude envolvendo 42 compras com Pix falsos que geraram prejuízo de R$ 64 mil aos clientes da Caixa, com indícios de prática criminosa coordenada. A investigação busca identificar os perfis responsáveis pela geração das transações simuladas e mapear possíveis falhas na segurança das plataformas envolvidas.
Especialistas apontam que a ampliação do limite do Pix por aproximação pode facilitar novas formas de golpismo se medidas complementares de segurança não forem implementadas, exigindo maior vigilância das instituições financeiras e conscientização dos usuários sobre as armadilhas comuns nesse tipo de transação.



