A Justiça de Goiás converteu em prisão preventiva a detenção de Ailton Rodrigues de Souza, acusado de manter Emiliane Tamara Nunes Carvalho em cárcere privado por cinco dias em Águas Lindas de Goiás, após análise de relatos que comprovavam ameaças, violência física e restrição à liberdade da vítima, conforme decisão do juiz Cristian Assis, da 2ª Vara Criminal de Ceres, publicada durante audiência de custódia realizada neste sábado (22).
Contexto Factual e Desdobramentos da Investigação
A prisão preventiva foi decretada após cinco dias de cárcere privado, período em que a vítima foi mantida acorrentada e sujeita a violência física.



