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Celina nega vínculo empresarial com governo e rebate acusação de repasse milionário

PorJoão Paulo NunesVerificadoOrtografia IAPublicado Hoje às 02:12
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Celina nega vínculo empresarial com governo e rebate acusação de repasse milionário
Fatos Rápidos da Notícia
  • Governadora Celina Leão (PP-DF) negou, em direito de resposta, na quinta-feira (10/9), a existência de qualquer contrato entre a empresa de seu marido, Fabrício Faleiro Ferreira, e o Governo do Distrito Federal (GDF)
  • Paula Belmonte (PSDB) acusou Celina Leão de receber R$ 1,4 milhão em repasses via empresa ligada ao marido e à filha, segundo alegação feita no debate do Metrópoles
  • Celina Leão afirmou que sua família nunca recebeu calote, paga impostos em dia e que nenhum membro da família teve negócio com o governo do Distrito Federal
Resumo Editorial

Confira os principais fatos e desdobramentos apurados sobre este acontecimento.

Na quinta-feira (10/9), durante o primeiro bloco do debate eleitoral promovido pelo, a governadora do Distrito Federal Celina Leão (PP) rebateu categoricamente as acusações de sua adversária, Paula Belmonte (PSDB), que alegou receber repasses de R$ 1,4 milhão via empresa vinculada ao marido e à filha, enquanto afirmou que sua família nunca firmou contrato com o Governo do Distrito Federal, paga impostos regularmente e não detém negócios com o Executivo local.

Contexto Institucional e Histórico das Acusações

A apuração jornalística revelou que a denúncia de Paula Belmonte se baseia em alegações de repasses de R$ 1,4 milhão mensais provenientes da Vice-Governadoria do GDF, canalizados por meio de uma empresa contratada pela entidade, segundo afirmação proferida no debate que contou com a presença dos seis candidatos ao governo do Distrito Federal. A narrativa envolve familiares próximos da governadora — o marido, Fabrício Faleiro Ferreira, e a filha Bruna Victória Leão Machado de Araújo — e suspeitas de contratos firmados sem transparência, apesar da categorização oficial como mera prestação de serviços. A controvérsia se insere em um cenário político marcado pela intensificação de ataques pessoais entre os postulantes, especialmente após episódios anteriores em que Belmonte já havia questionado a conduta ética de adversários em pleitos estaduais.

Nos dias que antecederam o debate, a governadora utilizou seu direito de resposta para negar veementemente qualquer vínculo empresarial entre sua família e o Poder Executivo distrital, reiterando que sua empresa familiar jamais recebeu recursos públicos e que todas as atividades são desenvolvidas com recursos privados. A postura contraria diretamente as acusações de corrupção e favorecimento político que permeiam a narrativa levantada por Belmonte, que ainda citou casos de irregularidades em outras esferas da administração pública, como o pagamento de multas por parte de servidores públicos e desvios em licitações recentes.

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