Na quarta-feira (26), durante a partida entre Vasco e Vitória pela ida das quartas de final da Copa do Brasil, no Estádio de São Januário, o volante vascaíno Cauan Barros foi expulso aos 17 minutos do primeiro tempo após consulta ao VAR, comandado por Daniel Nobre Bins, sob a decisão do árbitro Matheus Candançan, que considerou o jogador o último homem em lance que envolveu tentativa de passe e contato com a mão do atacante Renato Kayzer.
Contexto Institucional e Desenvolvimento do Lance Polêmico
A apuração realizada pela equipe arbitral revelou que Barros, ao tentar avançar com o balanço da bola após o toque de Kayzer, utilizou o braço para cortar a trajetória da esfera, ação que configurou falta e, segundo critérios da CONMEBOL aplicados ao VAR, configurou expulsão por ser o último homem em campo – critério este que define a gravidade da infração e justifica a reversão do cartão amarelo inicial.
O fato ocorreu no âmbito de uma disputa tática decisiva, com o Vasco buscando construir pressão ofensiva enquanto o Vitória tentava conter o ritmo do jogo; a expulsão de Barros, aos 17 minutos do primeiro tempo, desequilibrou as condições de jogo e refletiu-se em repercussão imediata por parte de torcedores e analistas, dada a relevância do confronto para as pretensões do clube alvinegro de alcançar sua terceira semifinal consecutiva na história da competição.
Cauan Barros foi expulso aos 17 minutos do primeiro tempo por ser considerado o último homem em lance que envolveu toque de mão e corte da bola com o braço.
Repercussão O ficial e Desdobramentos Estratégicos
A direction do Vasco comunicou formalmente sua inconformidade com a decisão, destacando que o contato com a mão de Kayzer precedeu a ação de Barros e requerendo revisão técnica dos protocolos de análise do VAR, enquanto o technical Marcos Vinícius optou por não comentar publicamente, preservando postura institucional em decorrência ao processo disciplinar em curso.
Com a vantagem de atuar em casa na partida de volta, o Vasco encara agora o desafio de superar ausência tática significativa, já que Barros é peça-chave no esquema defensivo-médio do time; o Vitória, por sua vez, enfrenta crise de experiência em fases avançadas da Copa do Brasil, não tendo atingido esta etapa desde 2010.
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