Imagens feitas por testemunhas mostram passageiros deixando a aeronave em Varsóvia após um alerta sobre um objeto perigoso a bordo. O episódio ocorreu nesta quinta-feira (5), durante uma nova série de falsas ameaças de bomba que afetou companhias aéreas europeias da Irlanda à Bulgária.
Pelo menos 25 voos foram impactados, com alguns necessitando de pousos não programados ou escolta de caças. Apesar dos transtornos, incluindo desvios e varreduras de segurança, nenhum artefato explosivo foi localizado até o momento.
Autoridades europeias vinculam os episódios a supostos "ataques híbridos" e atos de sabotagem, com Dinamarca, Polônia e Romênia acusando diretamente Moscou em outras ocasiões. A Alemanha responsabilizou a Rússia por um ataque ao aeroporto de Leipzig em agosto, enquanto o Reino Unido já atribuiu episódios anteriores à Rússia e relacionou o Irã a um plano contra uma base aérea dos Estados Unidos.
Eric Schouten, chefe do grupo de segurança da aviação Dyami, afirmou que a maioria dos países afetados apoia a Ucrânia na guerra contra a invasão russa e que setores como energia, internet e aviação são alvos nesse cenário de guerra híbrida. Tanto a Rússia quanto o Irã negam qualquer envolvimento.



